O BI de vendas, refeito por dentro
Sete telas — período com projeção por dia útil, sell-out, equipe de vendas, objetivos, produtos, clientes e comparativos ano contra ano — com as regras do BI anterior reproduzidas.
Estou projetando e construindo, do zero, o BI corporativo da Scotti Distribuidora — distribuidora e importadora de Criciúma/SC. A plataforma lê o ERP e o WMS sem escrever uma linha neles, refaz o BI comercial que a empresa já usava conferindo cada número, e traz para a mesma base a expedição do centro de distribuição e o financeiro, que nunca tinham entrado no BI. Tudo roda no servidor da Scotti, com o código e a documentação entregues a ela.
O BI comercial da Scotti rodava fora da empresa e cobria só o comercial. A expedição do CD e o financeiro ficavam de fora, cada um nos relatórios do próprio sistema.
Montamos, no servidor da própria Scotti, uma plataforma que lê o ERP e o WMS, refaz o BI comercial com as mesmas regras, conferido número a número, e traz expedição e financeiro para o mesmo modelo de dados. A etapa final é a IA: perguntas em linguagem natural, dentro da tela do BI, com as permissões de quem pergunta.
Os números de antes, agora explicados até a última diferença — e, na mesma tela, o que o BI nunca mostrou: separação e conferência no CD, contas a receber e a pagar, inadimplência e prazos médios. Sem licença por usuário e sem intermediário entre o ERP e o painel.
A plataforma lê o ERP e o WMS, aplica as regras de negócio num data warehouse analítico em camadas e entrega o resultado em painéis de BI e, na etapa final, num chat de IA dentro da própria tela. Tudo conteinerizado, no servidor do cliente, atrás de HTTPS.
Do pedido do representante ao título pago, cada área lida da fonte e posta no mesmo modelo de dados, com os mesmos filtros de cliente, produto e equipe.
Sete telas — período com projeção por dia útil, sell-out, equipe de vendas, objetivos, produtos, clientes e comparativos ano contra ano — com as regras do BI anterior reproduzidas.
Tempo de separação e de conferência por pedido, produtividade por operador e o que está em aberto agora, lidos do WMS sem atrapalhar a operação.
Recebimento com conferência cega, tempo até a armazenagem e ocupação do depósito por tipo de endereço.
Contas a receber e a pagar por faixa de vencimento, inadimplência por cliente e grupo econômico, prazos médios de recebimento e de pagamento.
O WMS guarda só o saldo de hoje: a carga grava uma foto diária da ocupação. No financeiro, a posição de qualquer fim de mês é reconstruída pelas baixas, ao centavo.
Cada devolução parcial ligada à nota de venda original, base para separar faturamento bruto e líquido.
Antes de mostrar qualquer tela nova, o BI que a empresa já usava foi refeito e conferido contra ele mesmo, com o modelo antigo aberto e as medidas calculadas direto nele.
Medidas base comparadas mês a mês em todo o histórico, um mês fechado aberto por 18 dimensões e cada gráfico das telas comerciais contra o equivalente.
Regras que o BI anterior aplicava sem documentar, como o dia útil que não desconta feriado, foram reproduzidas e registradas no catálogo de indicadores.
O valor dos objetivos de venda bate em 17.868 de 17.873 pares objetivo × representante.
Os painéis rodam na distribuição do Apache Superset mantida pela LNData, licenciada à Scotti sem custo por usuário. Na etapa final do projeto, ela ganha o chat de IA dentro da própria tela e um servidor MCP: a IA consulta o BI autenticada como quem perguntou, com as mesmas permissões e a mesma trilha de auditoria.
Cada painel é descrito em código, versionado e reimportado. O que está no repositório é o que está na tela, e mudança feita à mão não sobrevive.
Segurança por linha segundo o organograma no BI e, como segunda camada, no próprio banco. A IA herda o recorte de quem pergunta.
Teto diário por usuário, limite de dados por pergunta, teto mensal com alerta e um painel de uso e custo dentro do próprio BI.
Código aberto e a distribuição da LNData sem mensalidade: incluir mais uma pessoa no BI não muda a conta.
O BI comercial passa a rodar no servidor da Scotti, com carga automática e alerta de falha, sem intermediário entre o ERP e o painel.
Expedição e financeiro, que nunca tinham entrado no BI, ficam no mesmo modelo do comercial, com os mesmos filtros de cliente, produto e equipe.
O histórico que os sistemas não guardam — a ocupação do depósito dia a dia e a posição do contas a receber em cada fim de mês — passa a existir.
Código, documentação e decisões de arquitetura ficam com o cliente: nada de caixa-preta.
Da engenharia reversa do BI que você já usa à IA que respeita as permissões de cada pessoa — conte o que você precisa resolver e retornamos com escopo, prazo e entregáveis.